A invenção de um futuro sem corpo e sem arte: o artista fabricado como monstro [1]


Ítalo Rui[2]

No ano de 2017, alguns acontecimentos relacionados à determinadas práticas artísticas tomaram os noticiários de todo o país, levantando uma série de discussões sobre o que seria os limites da arte e como tais limites, ao serem extrapolados, ofendiam a moral e as crenças de determinados grupos sociais. Elencarei aqui algumas dessas apresentações que dentre tantas, tomaram proporções gigantescas. Abaixo, elenquei quatro acontecimentos que ocorreram em datas muito próximas, são eles:
1° Acontecimento: No dia 15 de julho de 2017, em Brasília, um artista nu dentro de uma bolha de plástico gigante é retirado às forças por policiais militares do local de apresentação da sua performance.
2° Acontecimento: No dia 15 de setembro de 2017 a exposição Queermuseu – Cartografias da diferença na arte é interrompida no Santander Cultural.
3° Acontecimento: Em 15 de setembro de 2017 uma atriz trans chamada Renata Carvalho estava se preparando para apresentar o espetáculo “O evangelho segundo Jesus Cristo: Rainha do Céu” quando teve sua apresentação interrompida por um Juiz.
4° Acontecimento: Em meados do dia 26 de setembro um artista apresenta sua Obra intitulada “La Bete” e é suspenso pelo MAM (Museu de Arte Moderna) em São Paulo após um vídeo seu viralizar nas redes sociais onde uma criança aparece tocando o pé do artista nu.
Postas todas as ações, podemos perceber que todas elas tratam de uma série de proposições artísticas que apresentam em sua maioria o corpo nu do artista. O que chama a atenção em cada performance/apresentação -  executadas em espaços que foram construídos para receberem eventos de arte - é a forma como as pessoas denominam os artistas envolvidos nas performances. Discursos e palavras de ódio como “pedófilo”, “monstro”, ou apologia à zoofilia, etc fizeram parte dos inúmeros comentários que tomaram conta das redes sociais. Mas essas mesmas pessoas que atacaram os artistas, em especial políticos, Juízes, etc, em momento algum se propuseram a ouvir, dialogar e tentar entender o contexto do trabalho. Na verdade o próprio contexto das obras foi subvertido em apologia à pedofilia, à zoofilia, ao ataque contra imagens e símbolos religiosos. Ao que parece, para essas pessoas, todas as ações que elenquei no início deste ensaio não passaram disso.
E por quê? Por que esses atos de fala vociferaram palavras de ódio às obras de arte e apresentações artísticas que nem se quer foram discutidas dentro do seu contexto? De acordo com Wagner Schwartz, o artista que apresentou sua performance no MAM (SP),
“Quando o discurso político é substituído pelo discurso moral, ele encontra forte ressonância nas distorções da religiosidade. O discurso moralizante estimula as pessoas a agir e a pensar de um mesmo modo, para então, esbravejarem as mesmas frases enganosas em vários idiomas: ‘querem destruir a família’, ‘vilipendiam os símbolos religiosos’, ‘artistas são degenerados’” [3]
O estado do sensível está sendo subtraído diariamente das pessoas e o que vemos são ataques declarados aos artistas que nada tem a ver com as palavras de ódio disparadas nas redes sociais. Vivemos na Era dos Extremos, muito bem clarificada por Eric Hobsbawm, e grupos políticos articulados atacando estrategicamente artistas em nome da tradicional família brasileira, desviando a atenção das massas para assuntos que são de interesse da nação. É curioso notar que na semana em que aconteceu a polêmica do Queermuseu, por exemplo, estava sendo discutida com bem menos espaço na mídia as polêmicas de corrupção envolvendo o presidente golpista da república Michel Temer. Não é de hoje que tal estratégia é utilizada. A história da humanidade é repleta de situações como essa. Hitler na era nazista fez o mesmo ao realizar uma exposição intitulada “Arte Degenerada”, com o intuito de mostrar à nação, um tipo de arte e um tipo de artista que precisava ser extirpado, eliminado do povo, por considerar que aquele tipo de arte atacava a união da nação alemã.
Os artistas mencionados no início deste ensaio são de fato monstros? Fizeram eles apologia à pedofilia ou à zoofilia, como muitos mencionaram nas redes sociais? Claramente que não. No entanto, diante de tanto discurso de ódio veiculado por pessoas aleatórias e principalmente por Juízes, deputados, senadores ou ações realizadas por instituições públicas como os tribunais que barraram as apresentações, algo ali conseguiu se concretizar: a produção dos efeitos de verdade. Para as milícias das redes sociais, ou para a bancada evangélica, e demais grupos políticos ultraconservadores não interessam se o/a artista fez ou não fez apologia à pedofilia, se são monstros ou não, se estão colocando em risco a moral e os bons costumes da família tradicional brasileira, mas sim, o efeito de verdade que isso produz para grande massa. O discurso como poder (Foucault), serviu para essas pessoas produzirem tais efeitos de verdade e que são irreparáveis aos artistas. Ninguém de fato está realmente interessado em saber se aquela criança que tocou o pé do artista nu foi prejudicada ou se sentiu ameaçada com a presença dele.
Em uma aula/palestra realizada na Universidade Federal do Ceará, em que discutíamos essas e outras apresentações que foram barradas e privadas de acontecer nos espaços públicos de arte, tive a possibilidade de assistir por vídeo a performance chamada La Bête, do artista Wagner Schwartz, que foi gravada parcialmente e lançada nas redes, onde o artista aparece nu e uma criança com a sua mãe aparecem tocando no pé dele.
Apenas para efeito de esclarecimento, o trabalho nasceu a partir de uma viagem que Wagner fez à Paris. Lá, visitando as galerias de arte encontrou a obra “Bichos” da artista Lygia Clark[4] exibida dentro de uma caixa de vidro. “Bichos” se trata de um objeto metálico com várias dobras e partes planas e pontiagudas. É quase como um origami. O público é responsável por testar todas as dobras possíveis que o objeto pode ter. Bichos é uma obra relacional, para existir enquanto obra precisa do contato direto com o espectador. No entanto, nas galerias de Paris, a obra de Lygia estava dentro da caixa de vidro, podendo ser apenas vista pelo público e não manuseada. Em francês, bicho pode ser chamado de La Bête. O artista, ao se deparar com os bichos de Lygia presos, e não podendo tirá-los de lá, resolveu então se transformar em um “bicho”. Comprou uma réplica da obra de Lygia e criou a performance La Bete. O público na performance, ao invés de manusear a réplica do bicho de Lygia, manuseia o corpo nu de Wagner. Pronto, a performance inicia e o público é o responsável por conduzir o ritmo do início ao fim.
 Todavia, o que aconteceu quando apenas um trecho da performance foi parar nas redes sociais foi uma total descontextualização da obra e uma tentativa extremamente simplista de reduzir a obra a apologia à pedofilia. Foi proposital? O que queria a pessoa que lançou o trecho do vídeo? Porque se sentiu tão incomodada a ponto de lançar apenas um trecho específico daquela performance? Quais interesses houveram por trás da circulação exacerbada nas redes sociais do MBL ou de vários debutados conservadores? O que eles queriam promover?
E como José Gil, pode se relacionar com esses acontecimentos? Em seu livro intitulado Monstros, Gil traz uma série de análises da figura do monstro construída ao logo da Idade Média e como ela, a partir de uma narrativa do medo e da diferença muitas vezes foi utilizada para justificar atentados desumanos, genocídios contra povos indígenas e povos africanos. A utilização dessas narrativas, daquilo que é diferente da nossa cultura, e que nos torna distinto era suficiente para justificar uma perseguição em massa e realizar um processo de limpeza social, onde apenas o que é seguro e conhecido é permitido. Seguro para quem? Permitido por quem e por quê?
            Para Gil, aquilo que era diferente de uma cultura, que apresentava um olhar de mundo distinto, operando por vias diferentes da nossa, acabou sendo representado como sendo o outro do homem branco europeu. E esse outro por não atender as mesmas impressões de vida, por produzir outros significados de existência no mundo e por não atender à lógica colonial, representava um perigo para a humanidade, para a ordem social vigente e para um processo de unificação já desejado. Sendo assim, seria importante a dominação desses monstros e desses corpos estranhos.
“Qual é a função do monstro no pensamento simbólico? Mais precisamente: o que é que se pensa quando se pensa na monstruosidade? Definimos uma lógica a partir das crenças nos monstros, entre o simbólico e o real, que vemos aplicada ao propósito das raças fabulosas da Idade Média e da união da alma e do corpo em Descartes. O monstro é pensado como uma aberração da “realidade” (a monstruosidade é um excesso de realidade) a fim de induzir, por oposição, a crença na “necessidade” da normalidade humana”. (GIL, pg.18, 2006)
            Tomando as palavras de Gil emprestadas, coloco: o que é que se pensa quando se pensa na função do artista degenerado dentro do pensamento cristão conservador? Quais são os interesses daqueles que produzem o discurso de que determinadas manifestações artísticas são consideradas estimuladoras de filias? Que políticas de arte querem nos induzir ao espalhar esses discursos? Que papel, o artista-monstro está desempenhando?
Em Cultura e Representação, Stuart Hall nos diz que
“Culturas estáveis exigem que as coisas não saiam de seus lugares designados. Os limites mantêm as categorias “puras” e dão às culturas significados e identidades únicos. O que desestabiliza a cultura é a “matéria fora do lugar” – a quebra de nossas regras e códigos não escritos. A terra no jardim é boa, mas em um cômodo é “matéria fora do lugar” – um sinal de poluição, de transgressão das fronteiras simbólicas, de tabus violados. O que fazemos com a matéria fora do lugar é varrê-la, jogá-la fora, restaurar a ordem, trazer de volta o estado normal das coisas. As muitas culturas que “se fecham” contra estrangeiros, intrusos, estranhos e os “outros” fazem parte do mesmo processo de purificação.” (HALL, 2016)
De acordo com esse argumento, poderíamos afirmar que esses e outros atos de fala realizados por grupos que detêm o poder e que não querem perdê-lo desejam aplicar nos artistas o mesmo processo de purificação colocado por Hall. Porque há a necessidade em construir uma ideia de arte que seja consensual e unificadora quando na verdade a arte parte do princípio do dissenso e não do consenso?
Ainda na perspectiva de Gil, parece-me que qualquer coisa que seja diferente e uma afronta à política de corpo imposta por discursos conservadores precisa ser varrido, expurgado e afastado do seu meio. Qualquer manifestação artística, principalmente aquelas que tratam ou que trazem em sua poética o questionamento do corpo e que representem uma afronta ao pensamento cristão e conservador precisa ser silenciada, o Estado precisa criar meios (i)legais para censurar esses trabalhos.
Em resposta às críticas que o Santander Cultural recebeu, a instituição resolveu cancelar a exposição com a seguinte nota:
“Nos últimos dias, recebemos diversas manifestações críticas sobre a exposição Queermuseu - Cartografias da diferença na Arte Brasileira. Pedimos sinceras desculpas a todos os que se sentiram ofendidos por alguma obra que fazia parte da mostra. O objetivo do Santander Cultural é incentivar as artes e promover o debate sobre as grandes questões do mundo contemporâneo, e não gerar qualquer tipo de desrespeito e discórdia. Nosso papel, como um espaço cultural, é dar luz ao trabalho de curadores e artistas brasileiros para gerar reflexão. Sempre fazemos isso sem interferir no conteúdo para preservar a independência dos autores, e essa tem sido a maneira mais eficaz de levar ao público um trabalho inovador e de qualidade. Desta vez, no entanto, ouvimos as manifestações e entendemos que algumas das obras da exposição Queermuseu desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas, o que não está em linha com a nossa visão de mundo. Quando a arte não é capaz de gerar inclusão e reflexão positiva, perde seu propósito maior, que é elevar a condição humana. O Santander Cultural não chancela um tipo de arte, mas sim a arte na sua pluralidade, alicerçada no profundo respeito que temos por cada indivíduo. Por essa razão, decidimos encerrar a mostra neste domingo, 10/09. Garantimos, no entanto, que seguimos comprometidos com a promoção do debate sobre diversidade e outros grandes temas contemporâneos”.[5]

No trecho destacado em vermelho fica clara a noção de um tipo de arte que busca uma conciliação com o público, um tipo de arte que parte do consenso e não do dissenso. Me pergunto que tipo de recepção a presente instituição cultural privada espera ver de uma obra/exposição de arte que tem como objetivo apresentar diversas visões de mundo distintas? Por que a arte precisa elevar a condição humana? Quem nos disse isso? Na verdade, é da própria natureza da arte gerar uma diversidade de olhares que não precisam concordar entre si para existir num mesmo espaço/ tempo. É saudável ampliar as diversas possibilidades de mundo.
O silenciamento da exposição Queermuseu e das demais apresentações mencionadas mostra aos poucos que um processo de cotidiano de exceção vai crescendo e ganhando forças no Brasil. Precisamos ficar atentos para o andamento desses acontecimentos e principalmente para os frutos que ele poderá gerar - Se é que já não está gerando. Os efeitos de silenciamento acontecem no cotidiano. Precisamos pensar no que essas ações autoritárias estão gerando e se daqui a algum tempo o Estado não proibirá, por vias (i)legais, apresentações artísticas que tenham o nu como uma questão a ser tratada.
A exemplo disso, já podemos sinalizar os reflexos dessas ações em Manaus, através o projeto de lei 075/2018, de autoria do debutado Dallas Filho (MDB) que quer barrar apresentações artísticas de qualquer natureza que exponham atos sexuais ou exibição de atores nus em fotografias, textos, desenhos, pinturas, filmes e vídeos.  Caso o projeto seja aprovado, a multa para quem infringir a lei equivaleria a mais de R$ 40.000,00, e nos casos de reincidência, a multa será cobrada em dobro.
Abaixo destaco a justificativa criada para a aprovação do PL. Sublinhei alguns trechos do texto que pretendo discorrer em linhas gerais. A saber:





1-    Seria apenas o papel da arte trazer admiração pela sensibilidade e criatividade do artista? Proposições artísticas para além dessa definição não seriam consideradas arte ou seriam menos arte do que aquelas que estão dentro deste contexto? A quem cabe definir o papel da arte? Fico pensando em artistas como Duchamp, Pollock, Lygia Clarck, Hélio Oiticica, que transgrediram com os conceitos de arte e produziram outras possibilidades de se pensar o lugar da arte em seus tempos. Eles seriam considerados menos artistas do que outros?
     2-    Quais excessos? Como e quais critérios de excesso estão sendo considerados aqui? Quem definirá o que são excessos?
    3-    Aqui vemos o mesmo discurso da tal “preservação da família tradicional brasileira”. O que tem de tão ameaçador em um espetáculo de Teatro que contém cenas de nudez, por exemplo, e que pode acabar destruindo a família manauara? Os sujeitos deste modelo de família ficariam desesperados ao saber que o homem tem um pênis e a mulher uma vagina? A família manauara ficaria desolada ao saber que o corpo humano não é do jeito que pensam ser? E para essas pessoas, o que para eles é o corpo? Além disso, qual conceito de família está sendo considerado no Projeto de Lei[6]?
O que há de tão bizarro e desesperador em um corpo nu? Por que estamos ensinando às crianças que o corpo não pode ser visto, pensado, refletido em eventos de arte? Que tipo de corpo, ou melhor, que política de corpo está sendo considerada pelo PL? O olhar sobre os corpos é determinado pela política dos corpos[7], nesse sentido, o que está sendo levado em consideração?
É preciso questionar essas colocações, pois mesmo que elas façam parte de uma percepção geral, do senso comum, corremos o risco de internalizá-las como algo já dado, uma realidade já existente e que não precisa ser debatida. Corremos o risco de aceitar esse silenciamento no cotidiano. E é aí que mora o perigo. Ao não questionar e não debater e apenas aceitar que as “coisas são como são” abrimos espaço para a censura, para o autoritarismo, para a negação da liberdade de expressão. Vamos minando aos poucos direitos arduamente conquistados no recente processo de redemocratização do país.
Não seria essa uma estratégia para frear os investimentos em cultura no país? Uma forma de deixar a população em alerta para que se mais investimentos forem dados aos artistas e aos processos de criação, o Estado poderia estar gerando e bancando novos monstros que iriam destruir a família tradicional brasileira e com isso produzir um verdadeiro caos no ambiente social?
Um futuro sem corpo e sem arte é um futuro seguro para quem detém o poder em uma sociedade adoecida e que diariamente tem seu estado do sensível subtraído de si. É, talvez, por essa razão que acabamos fabricando monstros, perseguindo bruxas e queimando-as na fogueira. Inventando um falso futuro de segurança para nós, acabamos comprovando que somos péssimos criadores de futuro(s).[8]   



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Referências

FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. Tradução: Salma Tannus Muchail – 8ª edição – São Paulo: Martins Fontes, 1999.
GIL, José. Monstros. Trad. José Luís Luna. Lisboa: Relógio d'água, 2006.
HALL, Stuart. Cultura e Representação. Organização e Revisão Técnica: Arthur Ituassu; Tradução: Daniel Miranda e William Oliveira. – Rio de Janeiro: Ed. PUC-RIO: Apicuri,2016.
Sites:
BRUM, Eliane. A invenção da infância sem corpo. O que há de tão ameaçador em um homem nu junto a uma criança? EL País, 2017.
BRUM, Eliane. “Fui morto na internet como se fosse um zumbi da série The Walking Dead”. Em entrevista exclusiva, Wagner Schwartz, o artista que fez a performance “La Bête”, no MAM de São Paulo, fala pela primeira vez sobre os ataques que sofreu, nos quais foi chamado de “pedófilo”. El País, 2017.




[1]Participei de uma aula/palestra realizada na Universidade Federal do Ceará com o título: “A invenção de um futuro sem corpo e sem arte: estética, ética e política”, realizada pela Professora Doutora Thereza Rocha e pelo Professor Doutor Sylvio Gadelha. O tema da palestra dialoga consideravelmente com o tema que estou tratando neste ensaio, dessa forma, resolvi manter parte do título da aula/palestra que participei, alterando apenas o restante da frase por considerar que o presente ensaio pretende dialogar com a obra “Monstros” de José Gil. 
[2] Ator e Mestrando no Programa de Pós Graduação em Artes da Universidade Federal do Ceará.
[3] Trecho extraído da entrevista dada ao El País: “Fui morto na internet como se fosse um zumbi da série The Walking Dead” em entrevista exclusiva, Wagner Schwartz, o artista que fez a performance “La Bête”, no MAM de São Paulo, fala pela primeira vez sobre os ataques que sofreu, nos quais foi chamado de ‘pedófilo’”. Acessado em 12 de junho de 2018 às 14:29.
[4] Para ter acesso a mais informações sobre a obra, verificar em:  www.lygiaclark.org.br/biografiaPT.asp
[5] Trecho extraído da Página Oficial do Santader no Facebook.
[6] Para ter acesso ao Projeto de Lei, acesse: www.camaradigital.cmm.am.gov.br
[7] BRUM, Eliane. A invenção da infância sem corpo. O que há de tão ameaçador em um homem nu junto a uma criança? EL País, 2017.
[8] BRUM, Eliane. A invenção da infância sem corpo. O que há de tão ameaçador em um homem nu junto a uma criança? EL País, 2017.


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